Goiânia abre 10 mil vagas para educação infantil e fundamental
Por Ricardo Camargo
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O próprio delegado responsável admitiu o equívoco grotesco e agora tenta, tardiamente, tirar a estudante da prisão.
Por Fred Kidman · 23 de julho de 2026 às 11:57 · 3 min de leitura

Divulgação / Stock

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Imagine passar mais de duas semanas atrás das grades, arrancada de sua rotina na faculdade e do convívio familiar, apenas para depois ouvir um displicente pedido de desculpas. É a realidade kafkiana vivida por uma estudante em solo goiano, trancafiada por dezoito dias sob uma prisão preventiva sustentada em bases movediças e em um provável equívoco da máquina de segurança pública.
A reviravolta escancara as fragilidades de investigações apressadas. O próprio delegado responsável pelo inquérito voltou atrás em sua cruzada punitiva e admitiu publicamente que pode ter cometido uma falha colossal ao solicitar a segregação cautelar da jovem. Diante do vexame institucional, ele agora prepara o pedido formal de soltura para ser protocolado junto à Justiça goiana.
Dezoito dias de infortunio atrás das grades não se apagam com uma simples canetada. Enquanto os contornos nebulosos sobre a acusação que recai sobre a estudante e a sua real identidade ainda tateiam por esclarecimentos, a defesa trava uma corrida contra o relógio para resgatá-la da prisão localizada em.
A promessa do delegado é de que o pedido de liberdade provisória chegue às mãos do juiz com a máxima urgência. Para a burocracia do Estado, dias são apenas números nos autos; para quem amarga o cárcere sem culpa formada, cada segundo é uma condenação perpétua. Resta saber como a Justiça pretende reparar o estrago irreparável causado a essa vida.
Por Ricardo Camargo
Por Newton Nunes
Por Fred Kidman