Inovação no cotidiano: como a tecnologia de ponta redefine a rotina em 2026
Por Ricardo Camargo
Ciência e TecnologiaGoiânia
Projeto inovador desenvolvido em solo goiano aposta em tecnologia de ponta para detectar incêndios florestais em tempo real.
Por Newton Nunes · 5 de agosto de 2026 às 21:26 · 2 min de leitura

Divulgação / Unievangélica

IA para identificar incêndios / Reprodução
Se você acha que inteligência artificial serve só para criar imagem de gato astronauta ou resolver equação que nem o seu professor do ensino médio entendia, achou errado. Foi lançado o Projeto Tatárandu, desenvolvido pela UniEVANGÉLICA por meio de seu centro de inovação em Anápolis, onde pesquisadores decidiram colocar a tecnologia para trabalhar pelo que realmente importa: salvar o Cerrado de virar carvão.
A ideia do projeto é usar sistemas inteligentes para detectar incêndios florestais em tempo real. Numa época em que o clima seco faz qualquer descuido virar uma tragédia ambiental de proporções épicas, contar com um algoritmo vigilante é quase um alívio para quem já não aguenta mais respirar fumaça nos meses mais quentes do ano.
A gente sabe que o poder público costuma chegar depois que o estrago já virou manchete, então soluções que antecipam o problema merecem palmas — ou, pelo menos, que tirem o chapéu. Resta saber se o projeto vai ganhar escala para sair do laboratório e virar política pública de verdade, porque o Cerrado não tem o privilégio de esperar a burocracia estatal decidir pegar no tranco.
Por Ricardo Camargo
Osvaldo Alves, analista de Inovação do Sebrae Goiás, detalha como vai funcionar a ‘IA no Balcão’ — Foto: Sebrae
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