Universidade de Goiás usa IA para caçar fogo no Cerrado
Por Newton Nunes
Ciência e TecnologiaGoiânia
O plano estadual mistura tecnologia de ponta, pesquisa e segurança para tentar convencer o setor de TI a trocar a praia pelo Centro-Oeste.
Por Newton Nunes · 29 de julho de 2026 às 14:19 · 3 min de leitura

Divulgação / SECTI

Reprodução / Redes social
Se você achava que inteligência artificial servia apenas para criar imagens bizarras na internet ou tentar adivinhar se o busão vai passar no horário, achou errado. O governo estadual decidiu que Goiás precisa entrar de vez no mapa da tecnologia e está apostando alto em IA, pesquisa científica e segurança pública para arrastar as empresas do setor para cá.
A estratégia quer provar ao mercado nacional que a terra do agronegócio e do pequi também sabe programar. Em vez de focar só nas plantações, o plano usa a segurança pública — um dos pontos mais defendidos pela gestão — somada ao incentivo à pesquisa para convencer empresários de que investir em solo goiano é mais seguro do que aplicar em criptomoeda duvidosa.
Claro que atrair gigantes da inovação não é tão simples quanto convencer alguém a comer pamonha no fim de tarde. O projeto exige serviço pesado em infraestrutura de rede e formação de mão de obra qualificada.
Mas a promessa de aplicar IA na própria gestão e garantir um ambiente seguro para desenvolver softwares parece ser o caminho escolhido para seduzir o mercado. Se o plano der certo, o trabalhador goiano já pode se preparar: o futuro reserva menos burocracia manual e quem sabe uma IA para finalmente agilizar a fila do serviço público.
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